Brasileiro “se caga” e usa uniforme de Sarah Menezes
Sarah Menezes cedeu sua calça para Felipe Kitadai conquistar o ouro
Um problema intestinal marcou a segunda luta de Felipe Kitadai nas semifinais do judô no Pan de Guadalajara. O atleta borrou a calça durante a luta contra o norte-americano Aaron Kunihiro. Com o uniforme sujo, teve que contar com a solidariedade da judoca Sarah Menezes para disputar a final e conquistar o ouro no Pan.
A brasileira, que conquistou o bronze na categoria até 48 kg, cedeu a parte de baixo do seu uniforme ao judoca para que Kitadai fosse à final do Pan.
Após a luta, o judoca disse se ficou constrangido com a situação e disse que “estava focado demais” no combate e não estava “preocupado com a roupa”, mas não quis entrar em detalhes sobre o borrão na parte de trás da calça. [Com informações do r7]
Tudo bem, Sara. Valeu o bronze
Apesar dos esforços e de toda torcida piauiense, a nossa represente maior no esporte amador, Sara Menezes, não obteve êxito em sua luta na tarde deste sábado em Guadalajara.
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Foi uma luta equilibrada, e valeu mais o preparo física, do que a técnica. Parabéns para a cubana. Mas mesmo assim, a equipe brasileira de judô feminino está deixando o México não só de sombrero. Vem medalha de ouro na bagagem.
À noite em confronto válido pela categoria ligeiro, a judoca brasileira venceu, por ippon, a colombiana Luz Adiela Alvarez e amenizou a frustração por não chegar ao lugar mais alto do pódio.
Sara vem para o Piauí, de medalha de bronze no peito, conquistada no PAN de 2011.
Não sei se condeno, ou se absolvo
No curso da vida a gente encontra com certa frequência obstáculos e situações conflitantes. Enfim, a vida é um desafio; abrir cadeados e saber driblar os conflitos emocionais.
Um acontecimento que nunca me permitiu até agora, perdoar o jogador Pelé; se negar a atender a última aspiração da filha (Sandra Regina, 42 anos – vereadora de Santos), que morreu de câncer em outubro de 2006.
O seu último desejo no leito hospitalar, foi simplesmente receber a visita do pai antes da sua própria morte. No entanto seu derradeiro desejo não foi acolhido pelo rei, e Sandra ficou na história como a filha que Pelé não quis.
Agora, nos jogos pan-americanos, faleceu aqui no Brasil o pai da atleta Maurine, pertencente à seleção brasileira de futebol feminino. A determinação de Maurine foi ficar em Guadalajara, e não comparecer ao sepultamento do seu pai.
Emoção é coisa complicada. Não sei da afinidade da esportista com seus familiares. Mas seja lá qual fosse o tipo de relacionamento com o falecido pai, contenho dúvidas se a condeno, ou a absolvo, julgamento isolado, de qualquer tipo de medalha que ela possa trazer para o Brasil, e que dependa até, do seu ato isolado como atleta.
Record adquire Jogos Pan Americanos de 2019
Antes mesmo da exibição dos Jogos Pan Americanos de Guadalajara chegar ao fim, a Record conseguiu garantir os direitos do evento até o final desta década.
Além dos Jogos Pan Americanos de Toronto, que ocorrerão em 2015 e que a emissora tem os direitos mundiais, nesta quinta-feira (27) será anunciada a compra de um pacote total para 2019. A oficialização da aquisição ocorrerá às 15h, no Hotel Presidente Intercontinental de Guadalajara.
Com este novo contrato, a Record novamente terá os direitos totais do evento. Além de ter o domínio da cobertura em TV aberta, também foram adquiridos os direitos de outras mídias como canais pagos, internet, celular e qualquer outro meio de comunicação que venha a ser criado até lá.
Entre os fatores decisivos que convenceram a Organização Desportiva Pan Americana (ODEPA) a fechar negócio com a Record estava a satisfação da cobertura feita neste ano.
Somando esta nova compra, a Record passa a ter direito de exibição de pelo menos mais cinco eventos até o fim da década. Confira o calendário:
2012 – Olimpíadas de Londres
2014 – Jogos de Inverno de Sochi, na Rússia
2015 – Jogos Pan Americanos de Toronto
2016 – Olimpíadas no Brasil, em direitos adquiridos com a Band e Globo
2019 – Jogos Pan Americanos – sede a ser definida.
Já está de bom tamanho
Se os jogos pan-americanos tivessem encerrados hoje, de maneira especial eu já estaria de todo satisfeito com a atuação do Brasil em todos os conjuntos.
É claro que para completar o contentamento do piauiense, (já conquistamos medalhas por Guadalajara), a festança se tornará mais especial se a nossa representante maior no esporte amador, Sara Menezes, conseguisse nos presentear com uma vitória nesta sexta-feira.
Mas nada de pressão! Apreciamos a trajetória da Sara. Das dificuldades em ter um local apropriado para seu treinamento, até à falta de patrocinadores, mal comum, e que molesta o incremento do esporte amador, em especial, aqui no Piauí.
Sara trabalhou muito! E faz jus a mais uma medalha de ouro, por seu específico apego e dedicação pelo judô feminino. E tem mais; como aluna de educação física da Faculdade Santo Agostinho, em caso de vitória na luta desta sexta-feira, eu ouso declarar feriado! – Eu mesmo, não vou lá…
Sem emoção
No momento em escrevo este post, estou “ouvindo” a narração do jogo de vôlei masculino entre as equipes do Brasil e Estados Unidos.
Confesso: Não estou sentindo a mínima emoção, mesmo com todo o esforço do narrador em querer nos transmitir isto.
No entanto se fosse vôlei feminino, meu coração estaria a mil.
Ah que saudade das “bichinhas”…
Entre a prata e o bronze
Com dez dias de Pan no ar – e faltando quatro para terminar a jornada – já dá para fazer um balanço do evento para a Record.
Em termos de marketing, claro, a Record fez o que devia: exaltou a exclusividade das transmissões que tirou da Globo.
No quesito audiência, porém, o resultado é medíocre para as ambições que a emissora do bispo tinha e para o caminhão de dinheiro que jogou no evento. Eis dois exemplos:
1) Nos dez dias anteriores ao Pan, a audiência média da emissora entre 7h e meia noite foi de 7,2 pontos na Grande São Paulo. Nos dez dias da competição, passou para 7,3 pontos. O SBT no mesmo período passou de 5,8 pontos para 6,5 pontos – ou seja, cresceu com a mesma programação (A Globo caiu ligeiramente, de 15,9 para 15,6 pontos).
2)Até agora a Record transmitiu 4 985 minutos do Pan. Em 90% desse tempo, a Globo liderou, enquanto que a Record liderou em 5%. (Em 41% do tempo de exibição do evento, a Record ficou atrás da Globo e do SBT).
Por Lauro Jardim [Veja Online]
Ouro para o Brasil
Tenho acompanhado pela Record quase que diariamente, a transmissão dos jogos pan-americanos. De modo óbvio, nem todas as modalidade, porque afinal, sou brasileiro e tenho que ralar, também.
O que tenho notado por parte da imprensa de um modo geral, é que no entendimento dos espertes, fomos para Guadalajara para trazermos todas as medalhas de ouro.
Nem a prata, e muito menos o bronze, nos interessa.
Vejo algumas notas através do JOL (Jornalismo Online), que de nada mais servem, do que desestímulo aos nossos atletas, sobretudo a aqueles que praticam uma modalidade pessoal. A que depende só dele, e haja pressão pelo ouro!
“A brasileira Fabiana Murer, campeã mundial do salto com vara, decepcionou nesta segunda-feira nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara. Favorita ao ouro, a atelta saltou 4,70m e ficou apenas com a medalha de prata.” – Veja Online
“A seleção brasileira feminina de basquete está fora da briga pelo ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. A equipe perdeu a semifinal por um ponto para Porto Rico, placar de 69 a 68, e terá de se contentar com a disputa do bronze.” – Veja Online
“A derrota brasileira rende uma prata amarga e adia o sonho da vaga nos Jogos de Londres-2012.” – G1 (sobre a derrota do handball).
“A equipe brasileira feminina de ginástica artística decepcionou, errou muito e ficou fora do pódio na competição por equipes disputada nesta segunda-feira (24) em Guadalajara.” – R7
No entender da crítica, tudo foi uma decepção, como se os outros participantes foram para o México com o único objetivo de assistirem de camarote, a entrega de todas as medalhas de ouro ao Brasil.
Perguntar não ofende: A imprensa está preparada para uma possível eliminação prematura da seleção brasileira, na Copa de 2014?
Carecemos urgentemente, aprender a perder, também.











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