Arquivo de Tag | Patrícia Poeta

Posso ser sincero?

Sempre gostei mais da Renata Vasconcelos na bancada do Jornal Nacional, do que até mesmo a Fátima Bernardes.

Renata, pelos menos a mim, transmite com sua naturalidade, muita credibilidade.

A apresentação deste sábado foi impecável.

Pra ser mais sincero, eu retornaria a Patrícia Poeta para o Fantástico.

No lugar certo

Depois que critiquei em post anterior, nesta sexta-feira a Patrícia Poeta ficou quietinha no seu lugar. Afinal, tudo que ela fez ontem, foi feito com melhor desempenho jornalístico no JN de hoje.

Claro que ninguém por lá dá a menor bola para o nosso Blog. Mas aos poucos, vamos provando que só critica quem entende.

Eles se tocaram, sim!

Macacos me mordam!

Qual a justificativa para que Patrícia Poeta ancorasse o JN desta quinta, ao vivo, direto do local aonde os prédios desabaram?

Somou mais algumas informações sobre o desabamento? Em NADA!

Confesso que não entendi. Até porque, todas as matérias exibidas e chamadas de lá, estavam gravadas. E, a entrevista feita com o comandante do Corpo de Bombeiros, poderia ter sido feita por qualquer outro(a) repórter.

Entendeu alguma coisa? Então vamos nós!

Em 12 de dezembro de 2011 postamos uma avaliação de números de audiência do Jornal Nacional, tão logo a apresentadora Patrícia Poeta passou a substituir Fátima Bernardes.

No post, resgatado aí embaixo, e em sua total autenticidade, fazemos inclusive, um comentário discordando da avaliação feita pela própria fonte. Leiam atentamente!

Recebemos uma anotação de uma péssima interpretadora de texto, (essa não deve passar em nenhum Enem), nos criticando com grosseria e palavras impróprias, como se a pesquisa fosse de nossa responsabilidade. Apesar do comentário não passar no filtro, quando desejo, tenho acesso aos xingamentos.

Mediante a inaptidão de interpretação por parte de quem nos enviou o comentário, se apropriando inclusive de um e-mail que não lhe pertence, o que é crime (temos como saber, sim!), resgatei o post.

Vejam que o mesmo tem a fonte da pesquisa, e observem o nosso comentário logo abaixo. Coisa que pouca gente tem coragem de fazer; discordar da fonte!

Jornal Nacional tem a pior média do ano com Patrícia Poeta

Não começou bem o reinado de Patrícia Poeta ao lado de William Bonner na bancada do Jornal Nacional – nesta segunda-feira (12), a atração ficou abaixo dos 30 pontos pela primeira vez no ano em uma segunda-feira.

O JN marcou 28,8 pontos em média no dia da semana que é tradicionalmente o melhor em Ibope para os noticiários televisivos.

Na segunda-feira anterior, dia 5, o Jornal Nacional fechou com quase 7 pontos a mais, 35,4 pontos em média. Foi o dia em que Poeta assumiu o posto que era de Fátima Bernardes na bancada. Já na segunda anterior, quando o casal da vida real – Fátima e Bonner – comandava o jornalístico, o programa teve média de 33,6 pontos. As informações são da colunista Keila Jimenez.

[CANAL ZERO] Não concordamos com o comentário da colunista. Já avaliamos este fato, aqui no nosso Blog.

CHEGA, GLOBO!

Dispensável a presença de Patrícia Poeta no Fantástico deste domingo. Até a vaca tossindo já sabe das mudanças.

Se, foi no sentido de aumentar a audiência, tipo; criar expectativa, pelo menos a mim, não adicionou absolutamente nada. O que me chamou a atenção foi a calça branca e justíssima vestida pela Renata. Provou que está em plena forma.

E que forma!

Aliás, assuntos referente à Fátima Bernardes, Jornal Nacional, Patrícia Poeta, e o raio que me parta, já estão enchendo o saco do meu papai Noel.

Patrícia Poeta substitui Fátima Bernardes mas quase não dá para notar

A mudança de apresentadoras do Jornal Nacional completou seus primeiros dias no fim desta semana. Patrícia Poeta assumiu na última terça-feira (6) o lugar de Fátima Bernardes e o que mudou?

No programa, pouca coisa. O estilo continua o mesmo dos últimos anos, como já era de se esperar.

Embora haja um novo rosto na bancada, a saída de Fátima praticamente não é notada, já que Patrícia parece fazer até os mesmos gestos da antecessora. Mais do que isso, a atual apresentadora também está lembrando muito Renata Vasconcellos, à frente do Bom Dia Brasil. Repare nos cabelos, que ganharam um ar esvoaçante, meio desgrenhados, diferente do estilo mais clássico que usava na época do Fantástico.

Patrícia, obviamente, deixou para trás o jeito “minha amiga dona de casa” do dominical da Globo e adotou um estilo mais sério, para passar mais credibilidade. No fim das contas, todo o alarde feito pelo canal com a saída de Fátima – que vai apresentar um programa nas manhãs, em 2012 – acabou sendo o que todo mundo achou: um grande exagero. Fez-se muito barulho por pouca coisa. A novidade parece, de verdade, ser o penteado de Patrícia.

Aliás, não daria mesmo para ser diferente. É claro que existem as viúvas (ou viúvos?) de Fátima Bernardes, mas seria assim com qualquer jornalista que ocupasse o seu lugar. O padrão do JN não mudaria por quem quer que fosse. [r7.com]

“JN”: Patrícia Poeta estreou com tranquilidade, diz Willian Bonner

O apresentador do “Jornal Nacional”, Willian Bonner, aprovou a estreia de Patrícia Poeta na bancada do noticiário na noite desta terça (6). Ele usou o Twitter para comentar o primeiro dia da ex-apresentadora do “Fantástico”.


“A competência e os votos de boa sorte se juntaram. E a Patrícia Poeta estreou no #JN com a tranquilidade de quem sabe o que faz. Parabéns!”, escreveu.

Em poucos minutos de jornal, as hashtags #JornalNacional e #PatríciaPoeta foram direto ao topo dos Trending Topics Brasil – lista dos assuntos mais comentados no microblog.

Alguns usuários da rede social gostaram da estreia e outros não: “Não vou me acostumar com a #PatriciaPoeta no lugar da Fátima Bernardes”, escreveu um. [Na Telinha]

Muito além da bancada do JN

Eliakim Araujo

Ancorou o primeiro canal de notícias em língua portuguesa, a CBS Brasil. Foi âncora dos jornais da Globo, Manchete e do SBT e na Rádio JB foi Coordenador e titular de “O Jornal do Brasil Informa”. Mora em Pembroke Pines, perto de Miami. Em parceria com Leila Cordeiro, possui uma produtora de vídeos jornalísticos e institucionais.

Na Globo, nem sempre as coisas são como parecem. Quem conhece as entranhas do Jardim Botânico tem fortes razões para desconfiar que há outra motivação por trás da troca de apresentadoras na bancada do Jornal Nacional.  Razões profissionais e  políticas.

Para começar, a pergunta que não foi feita por nenhum dos jornalistas presentes à coletiva que comunicou a mudança:  “o que leva uma apresentadora a deixar espontaneamente uma posição de prestígio, como é a bancada do principal – apesar de tudo – telejornal da televisão brasileira em troca da promessa de um programa que só vai entrar no ar depois da metade de 2012?”.   Se tudo ocorrer como, dizem,  está planejado.

Não é estranho?  A gente sabe que  “novos projetos”  muitas vezes não saem do papel e, quando saem, podem redundar em fracasso e, em consequência, retirados rapidamente da grade de programação.  Já vimos esse filme várias vezes.   E se isso acontecer, qual será o destino de Fátima Bernardes?  Certamente um longo período  sabático, como aconteceu com Gloria Maria quando foi despachada da apresentação do Fantástico.

Estranho também que Fátima, que já foi a musa da Copa (ou de várias Copas),  abandone a cadeira ao lado do maridão  para entregá-la de mão beijada à concorrente,  mais jovem e, talvez, mais bonita.

Por isso mesmo, quando vi hoje um video em que Fátima leva Patricia para conhecer o estúdio do JN, tudo me pareceu falso e parte de uma grande encenação para que todo mundo saia bem na foto.   A posição de cada câmera no estúdio é algo que qualquer apresentador com o mínimo de experiência sabe como funciona. Câmera 1 no apresentador,  câmera 2 na apresentadora e câmera 3 em plano aberto, com os dois apresentadores na tela. Isso é primário, Patricia deve estar careca de saber disso.  É assim que funciona também no Fantástico, que ela apresentou vários anos, e no mundo inteiro.  E o pior é que a reportagem foi apresentada como “o JN fazendo história”. Imagine, desde quando a troca de apresentadoras em um telejornal é fazer história? Fazer história seria um “mea culpa” do telejornal pedindo desculpas aos telespectadores pelas inúmeras vezes em que os noticiários globais distorceram fatos em benefício próprio ou de seus apadrinhados políticos.

A ”matéria” foi visivelmente enganosa e serviu apenas para levar o telespectador mais ingênuo a acreditar num falso entendimento entre as duas, com Fátima fazendo o papel da simpática professorinha que ensina as primeiras letras a uma aluna neófita, que nunca viu um estúdio de TV.

A verdade é que o JN vem despencando nas pesquisas e não é de hoje.  A derrocada da audiência nos últimos anos – não pelo crescimento dos concorrentes, mas pelo surgimento de novas mídias e outros interesses dos telespectadores – acendeu a luz vermelha na direção do jornalismo global.  Alguma coisa precisava ser feita para tentar resgatar os pontos perdidos no Ibope.  Alguém precisava ser sacrificado e a vítima foi Fátima Bernardes, visivelmente cansada no video e abafada pela personalidade do marido William Bonner.

Mas ao lado da questão profissional, há uma disputa entre setores de mando na Globo. É um cabo de guerra entre duas correntes que disputam espaço e prestigio junto aos herdeiros de Roberto Marinho.

De um lado, Amauri Soares, o segundo homem na hierarquia entre os executivos globais. Amauri é casado com Patrícia e é o que se pode chamar de “bicho de televisão”, o cara que (quase) nasceu e se  criou dentro de emissoras de TV. É do ramo mesmo e praticamente não conhece profissionalmente outra mídia.  Já foi editor-chefe do JN e rapidamente mandado para o exterior para cuidar de novos projetos, pois sua presença era uma ameaça ao statu quo vigente no jornalismo. Na volta ao Brasil, foi colocado em areas executivas da rede.

Na outra ponta da corda,  Ali Kamel. Ao contrário de Amauri, Kamel construiu sua carreira em jornal e foi levado para a TV pelo falecido Evandro Carlos de Andrade. Rapidamente ganhou o lugar de principal executivo do jornalismo global e conquistou a confiança dos irmãos Marinho, por vestir a camisa da emissora mesmo quando tenta defender o indefensável:  reescrever a história recente do Brasil a partir da visão do Jardim Botânico.

Não assino embaixo,  mas posso quase afirmar que Fátima ficou no meio desse cabo de guerra e foi sacrificada. Nesse round Amauri saiu virorioso, não se sabe como serão os próximos rounds da disputa.

Disputas internas à parte, para o grande público nada muda. A sempre suspeita linha editorial do telejornal seguirá a mesma.

Fonte:  Direto da Redação