Jô
O Programa do Jô está de volta. Pequenas mudanças no cenário, e no mesmo formato.
Se está dando certo, não tem motivos para mudanças. Afinal, Jô será sempre o Jô.
Uma pena o horário. Depois de um dia de trabalho, ou algumas aulas na faculdade, a energia já não é a mesma de anos anteriores.
só uma observação; a entrevista com o neurocirurgião poderia ter sido mais ampla.
Bem-vindo, Jô!
No lugar certo
Depois que critiquei em post anterior, nesta sexta-feira a Patrícia Poeta ficou quietinha no seu lugar. Afinal, tudo que ela fez ontem, foi feito com melhor desempenho jornalístico no JN de hoje.
Claro que ninguém por lá dá a menor bola para o nosso Blog. Mas aos poucos, vamos provando que só critica quem entende.
Eles se tocaram, sim!
Jornalistas da TV Globo passam a desempenhar novas funções em 2012
Anderson Scardoelli
Em dezembro, o diretor geral de jornalismo e esporte da TV Globo, Carlos Henrique Schroder, anunciou algumas mudanças na emissora, como a promoção de Luiz Carlos Latge ao cargo de diretor-executivo da Globonews. As alterações, entretanto, não ficaram restritas às funções de chefia e algumas delas serão concretizadas durante o decorrer de 2012.
As mudanças divulgadas por Schroder, e que ainda não aconteceram, envolvem a equipe de correspondentes. Dois dos jornalistas da Globo que cobrem o dia a dia de Nova York vão retornar ao Brasil, sendo substituídos por repórteres de política e cotidiano.
Fachel e Morrone voltam, e Hélter Duarte e Julio Mosquera vão
Até o fim de janeiro, Flávio Fachel deixa os Estados Unidos para trabalhar na editoria do Rio de Janeiro. Quem embarcará para o exterior será Hélter Duarte, repórter da Globo Rio e eventual apresentador do ‘RJ TV’.
Em julho, será a vez de Giuliana Morrone voltar ao Brasil após anos como correspondente. Ela que cobriu o fim da era de George W. Bush e a eleição de Barack Obama, o primeiro negro a ser eleito presidente dos Estados Unidos da América. Antes de ir para Nova York, Giuliana era repórter de política da Rede Globo. Justamente um repórter de política será o seu sucessor na cobertura internacional: Julio Mosquera.
Das periferias do Rio para Lisboa
Repórter acostumado a trabalhar com os últimos acontecimentos do Rio de Janeiro, André Luiz Azevedo vai mudar em agosto. O jornalista se tornará correspondente da Globo em Lisboa, capital de Portugal. Com a novidade na carreira de Azevedo, o atual profissional da emissora no país, Pedro Bassan, voltará a acompanhar as últimas informações do Brasil.
Programa de Fátima Bernardes
Ex-chefe de redação da TV Globo na capital fluminense, Carlos Jardim abriu mão do cargo justamente para desempenhar uma nova função na emissora ainda durante o primeiro semestre de 2012. Ele vai fazer parte da equipe do programa que será comandado pela também jornalista Fátima Bernardes. Fonte: Comunique-se
Agora lascou foi tudo!
Se o governo já não ligava para os coitados dos aposentados (idosos, inválidos, pensionistas do INSS), depois daquela bela reportagem exibida no Fantástico sobre a vidinha alegre dos meus coleguinhas, agora foram-se todas as esperanças…
Com base na reportagem, para os corruptos de Brasília, pra que se preucupar com essa classe que não rende votos?
-Viram no Fantástico? Estão todos muito bem! Até o Cid Moreira…
É o que dirão, com certeza, muitos ladrões de colarinho branco.
NOTA ZERO!
Pelo diálogo do filme apresentado pela Globo em Tela Quente, nesta segunda à noite, por um momento pensei que meu televisor estava sintonizado em algum canal pornô, e daqueles bem escancarados, mesmo!
Eu moro com um filho de 16 anos e conversamos sobre tudo. Sou pãe! O educo para a vida, e não temos segredos. E, muito menos, ele fica sem resposta para qualquer tipo de pergunta que me faça sobre sexo. No entanto, pelo diálogo do filme exibido pela Globo nesta segunda-feira, em alguns momentos eu me sentiria extremamente constrangido, se estivesse assistindo ao lado dele.
Fico a imaginar as mães ou pais ao lado de seus(as) adolescentes, quando de repente são surpreendidos pela Rede Globo de Televisão com um verdadeiro festival de pornografia, e cenas picantes em demasia.
Conservadorismo à parte; mas a Globo está indo longe demais. No quesito respeito à família, nota ZERO!
Muito além da bancada do JN
Ancorou o primeiro canal de notícias em língua portuguesa, a CBS Brasil. Foi âncora dos jornais da Globo, Manchete e do SBT e na Rádio JB foi Coordenador e titular de “O Jornal do Brasil Informa”. Mora em Pembroke Pines, perto de Miami. Em parceria com Leila Cordeiro, possui uma produtora de vídeos jornalísticos e institucionais.
Na Globo, nem sempre as coisas são como parecem. Quem conhece as entranhas do Jardim Botânico tem fortes razões para desconfiar que há outra motivação por trás da troca de apresentadoras na bancada do Jornal Nacional. Razões profissionais e políticas.
Para começar, a pergunta que não foi feita por nenhum dos jornalistas presentes à coletiva que comunicou a mudança: “o que leva uma apresentadora a deixar espontaneamente uma posição de prestígio, como é a bancada do principal – apesar de tudo – telejornal da televisão brasileira em troca da promessa de um programa que só vai entrar no ar depois da metade de 2012?”. Se tudo ocorrer como, dizem, está planejado.
Não é estranho? A gente sabe que “novos projetos” muitas vezes não saem do papel e, quando saem, podem redundar em fracasso e, em consequência, retirados rapidamente da grade de programação. Já vimos esse filme várias vezes. E se isso acontecer, qual será o destino de Fátima Bernardes? Certamente um longo período sabático, como aconteceu com Gloria Maria quando foi despachada da apresentação do Fantástico.
Estranho também que Fátima, que já foi a musa da Copa (ou de várias Copas), abandone a cadeira ao lado do maridão para entregá-la de mão beijada à concorrente, mais jovem e, talvez, mais bonita.
Por isso mesmo, quando vi hoje um video em que Fátima leva Patricia para conhecer o estúdio do JN, tudo me pareceu falso e parte de uma grande encenação para que todo mundo saia bem na foto. A posição de cada câmera no estúdio é algo que qualquer apresentador com o mínimo de experiência sabe como funciona. Câmera 1 no apresentador, câmera 2 na apresentadora e câmera 3 em plano aberto, com os dois apresentadores na tela. Isso é primário, Patricia deve estar careca de saber disso. É assim que funciona também no Fantástico, que ela apresentou vários anos, e no mundo inteiro. E o pior é que a reportagem foi apresentada como “o JN fazendo história”. Imagine, desde quando a troca de apresentadoras em um telejornal é fazer história? Fazer história seria um “mea culpa” do telejornal pedindo desculpas aos telespectadores pelas inúmeras vezes em que os noticiários globais distorceram fatos em benefício próprio ou de seus apadrinhados políticos.
A ”matéria” foi visivelmente enganosa e serviu apenas para levar o telespectador mais ingênuo a acreditar num falso entendimento entre as duas, com Fátima fazendo o papel da simpática professorinha que ensina as primeiras letras a uma aluna neófita, que nunca viu um estúdio de TV.
A verdade é que o JN vem despencando nas pesquisas e não é de hoje. A derrocada da audiência nos últimos anos – não pelo crescimento dos concorrentes, mas pelo surgimento de novas mídias e outros interesses dos telespectadores – acendeu a luz vermelha na direção do jornalismo global. Alguma coisa precisava ser feita para tentar resgatar os pontos perdidos no Ibope. Alguém precisava ser sacrificado e a vítima foi Fátima Bernardes, visivelmente cansada no video e abafada pela personalidade do marido William Bonner.
Mas ao lado da questão profissional, há uma disputa entre setores de mando na Globo. É um cabo de guerra entre duas correntes que disputam espaço e prestigio junto aos herdeiros de Roberto Marinho.
De um lado, Amauri Soares, o segundo homem na hierarquia entre os executivos globais. Amauri é casado com Patrícia e é o que se pode chamar de “bicho de televisão”, o cara que (quase) nasceu e se criou dentro de emissoras de TV. É do ramo mesmo e praticamente não conhece profissionalmente outra mídia. Já foi editor-chefe do JN e rapidamente mandado para o exterior para cuidar de novos projetos, pois sua presença era uma ameaça ao statu quo vigente no jornalismo. Na volta ao Brasil, foi colocado em areas executivas da rede.
Na outra ponta da corda, Ali Kamel. Ao contrário de Amauri, Kamel construiu sua carreira em jornal e foi levado para a TV pelo falecido Evandro Carlos de Andrade. Rapidamente ganhou o lugar de principal executivo do jornalismo global e conquistou a confiança dos irmãos Marinho, por vestir a camisa da emissora mesmo quando tenta defender o indefensável: reescrever a história recente do Brasil a partir da visão do Jardim Botânico.
Não assino embaixo, mas posso quase afirmar que Fátima ficou no meio desse cabo de guerra e foi sacrificada. Nesse round Amauri saiu virorioso, não se sabe como serão os próximos rounds da disputa.
Disputas internas à parte, para o grande público nada muda. A sempre suspeita linha editorial do telejornal seguirá a mesma.
Fonte: Direto da Redação
‘O Livro do Boni’ e os bastidores do Carnaval
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, além de sua inestimável contribuição para a televisão brasileira, teve também papel fundamental no desenho do Carnaval que conhecemos hoje. Apaixonado pelo tema desde a primeira vez em que assistiu a uma escola desfilar, no final da década de 1940, é entusiasta e especialista no assunto (até enredos de sucesso para algumas agremiações ele já elaborou).
No livro de memórias que Boni lançou nesta quarta-feira, nos salões do Copacabana Palace, no Rio, há um capítulo inteiro dedicado ao tema— que inclui histórias saborosas, como a que descreve os bastidores do início das transmissões dos desfiles das escolas de samba do Rio pela TV Globo.
“Em 1968, na Globo, conheci o cenógrafo e carnavalesco Arlindo Rodrigues e pedi para ele decorar uma coberturinha que eu havia alugado. O Arlindo falava com entusiasmo das escolas de samba.
Eu conhecia pouco sobre o assunto – sabia que havia quesitos e coisas assim, mas barracão, para mim, era sinônimo de improviso, um quebra-galho que eu não entendia exatamente o que era. Somente em 1973 é que o Arlindo me arrastou para ver um barracão de verdade.
Por volta de agosto desse ano, eu e o Régis Cardoso queríamos que ele fizesse os cenários e figurinos de Os ossos do barão – que acabaram sendo feitos, e muito bem feitos, pelo Paulo Dunlop e pela Marília Carneiro. O Arlindo me pediu desculpas, mas alegou que não poderia fazer o trabalho porque estava atarefado com a produção do enredo “A festa do Divino”, da Mocidade Independente de Padre Miguel, para o carnaval de 1974. Fiquei uma arara e quis demiti-lo:
– Olha, Arlindo, tudo bem, entendo que você gosta de carnaval, mas a Globo é prioridade e você tem que deixar o carnaval pra lá. Ele me levou ao barracão da Mocidade Independente e me deu uma aula sobre o tema: falou sobre o uso criativo de materiais, a organização das alas, a ordem dos desfiles; mostrou desenhos, projetos, fantasias e mais uma parafernália de guerra. Quando terminou, eu disse:
– Se você quiser deixar o carnaval, deixe. Eu não deixo mais. (…)
A partir desse momento, a Globo, que até então se concentrava nos bailes de carnaval, passou a se dedicar à transmissão do desfile das escolas de samba. Posso afirmar que o Arlindo é o responsável por isso”.
Por Paula Neiva [Veja Online]
Globo acende sinal amarelo para Xuxa
O clima voltou a ficar tenso na produção do TV Xuxa.
A audiência da apresentadora continua baixa e preocupa a Globo. Tanto que propuseram novas mudanças para o programa dela, pois não dá para continuar como está.
Estão pensando em colocá-la para fazer gravações ao ar livre no verão. A situação de Xuxa está tão complicada que até o Pica-Pau está chegando junto…
O desenho animado, que passa nas tardes de sábado na Record e bate de frente com a Rainha dos Baixinhos, está incomodando e encostando nela no Ibope.
Isso é imperdoável para a Globo… [Blog de Fabíola Reipert]
Globo News
“Quem liga a televisão e sintoniza no canal GLOBO NEWS tem a certeza de ficar por dentro das principais notícias que estão acontecendo no Brasil e no mundo e os possíveis desdobramentos para o dia seguinte. Economia, política, esportes, tecnologia, entretenimento, notícias regionais e internacionais, preparadas por uma equipe de jornalistas extremamente qualificada. Informação de qualidade e a qualquer hora do dia, só mesmo no GLOBO NEWS…”
Neste sábado (26) às 20h05, horário de Brasília, será exibido uma documentário sobre a Televisão brasileira. O foco está na vida de Boni e suas histórias na Rede Globo de Televisão.
Não deixa de ser uma boa pedida para quem gosta de comunicação. Aconselho, e não me liguem neste horário!










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